Inicia nesta 5ª feira, em São Paulo, o Seminário Internacional Sobre Regulação e Supervisão de Cooperativas de Crédito

O Banco Central do Brasil, a Confederação Alemã de Cooperativas (DGRV), o Centro de Estudos Monetários Latino-Americo (CEMLA) e a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) promovem seminário internacional sobre regulação e supervisão de cooperativas de crédito na América Latina e Caribe. O evento acontecerá em São Paulo nos dias 6 e 7 de junho.

O seminário, intitulado Regulación y Supervisión de Cooperativas de Ahorro y Crédito em América Latina y El Caribe, terá discurso de abertura de Anthero Meirelles, diretor de Fiscalização do Banco Central; Matthias Arzbach, diretor do projeto regional para América Latina e Caribe da DGRV; René Maldonado, representante da CEMLA e Celso Régis Ramos, diretor da OCB. O evento contará ainda com a participação de autoridades governamentais e representantes de associações de cooperativas que apresentarão experiências internacionais e debaterão os desafios para o segmento de cooperativas.

O evento acontecerá no auditório da sede regional do Banco Central em São Paulo, localizado à Avenida Paulista, 1.804, 20º andar, Bela Vista.

 

Programação – Jueves, 6 de junio 2013

Módulo I: Avances en regulación y supervisión de la región

  • 9:00 Inscripción
  • 9:10 Bienvenida de la Universidad Corporativa del Banco Central de Brasil – Juliana Mozachi Sandri (Unibacen)
  • 9:15 Acto formal de inauguración – Anthero Meirelles (Diretor de Fiscalização – Bacen); Matthias Arzbach (DGRV); René Maldonado (CEMLA) e Celso Régis Ramos (OCB)
  • 9:45 Regulamentação e supervisão de cooperativas de crédito – o caso do Brasil Banco Central do Brasil
  • 10:30 Regulación y supervisión de cooperativas de ahorro y crédito – el caso de México – Rodrigo Sánchez Arriola (CNBV)
  • 11:15 Coffee break
  • 11:45 Regulación, supervisión y gobierno corporativo – triángulo de factores de la sostenibilidad – Helmut Pabst (DGRV México)
  • 12:30 Almuerzo

Módulo II: Modelos de otras regiones

  • 14:00 Regulation and supervision of German cooperative banks (*) – Marc Rennert (Deutsche Bundesbank)
  • 14:45 Regulation and supervision of US credit unions (*) – Bill Hampel (Credit Union National Association)
  • 15:30 Coffee break

Módulo III: Gobierno Corporativo

  • 16:00 Viabilidade econômica das cooperativas de crédito e gestão de riscos inerentes
  • 17:00 Discusión módulos I, II, III
  • 17:45 Cierre primer día
  • 20:00 Cena confraterinizacao

 

Programação – Viernes, 7 de junio 2013

Módulo IV: Auditoría y contabilidad: normas internacionales y su aplicación a CAC de la región

  • 9:00 NIIF y NIA – impactos en reguladores y cooperativas de ahorro y crédito – Luis H. Ramírez (Consultor DGRV – Colombia)
  • 10:00 As NIIF e as cooperativas de crédito no Brasil – Efetividade das ações das auditorias internas e externas
  • 11:00 Coffee break
  • 11:30 Auditoria das cooperativas de crédito no Brasil: o caso da CNAC – os desafios da auditoria cooperativa e a contribuição da auditoria especializada – Alexandre Silva (CNAC, Brasil)
  • 12:30 Almuerzo

Módulo V: Aspectos de gestión de riesgo de CAC relevantes para reguladores

  • 14:00 Sistema de información gerencial y de monitoreo – ALERTA TEMPRANA – Lino Robledo (DGRV – Santiago de Chile)
  • 14:45 Sistema de control interno – la herramienta SCI como apoyo de la CAC y del supervisor – Liz de Guerra (DGRV – Santiago de Chile)
  • 15:30 Coffee break
  • 16:00 Gestión de riesgo operacional – Paul Noboa (Ecuador)
  • 16:45 Discusión módulos VI y V
  • 17:30 Resumen del evento – Matthias Arzbach (DGRV)
  • 17:45 Cierre del evento

Fonte: Banco Central do Brasil

3 Comentários

  1. Pena que não soube e não pude ir. Tenho muita curiosidade em saber a orientação e o conceito de cooperativismo desses países. Aqui no Brasil estão TENTANDO ACABAR COM O COOPERATIVISMO DE CREDITO baseado no espirito cooperativista. Tentam a FORCEPS transformá-lo num coisa similar instituicao bancaria com MEGA cooperativas. Os tecnicos do banco central incapazes de entender se negaram a estudar e estabelecer métodos de regulação adequados ao cooperativismo. Por outro lado uma turba de técnicos se aproveitaram das exigências do banco Central do Brasil, para se sobreporem aos empreendedores cooperativistas. Acabam por se beneficiam com salários altos e gerar MEGA CUSTOS que inviabilizam as pequenas cooperativas. O diferencial sobre os bancos era a proximidade dos dirigentes com os cooperados, com as comunidades cooperativadas, atuando na assistencia e fomento aos novos negócios daqueles que se propunham a empreender algum negocio. Agora,os cooperados viraram clientes. O discurso de que são donos é mentiroso pois serão donos do que sobrar da ganancia dos técnicos, ou seja, quase nada. Pena, mataram o espirito cooperativista e implantaram o capitalista.

  2. Espero que os resultados do evento sejam bastante proveitosos.
    Atenciosamente,
    Hugo Tavares de Carvalho.

  3. Prezados Srs.,

    É de suma importância o evento. É necessário discutir a segurança, o sistema contábil padronizado para trazer garantias para quem tem suas economias confiadas às cooperativas. Os relatórios anuais deverão ser detalhados. As despesas administrativas e de pessoal serem justificadas quando ocorrerem variações fora dos padrões aceitáveis, etc. etc.
    Espero q

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *