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Diversificação de produtos e serviços é o futuro para cooperativas de crédito

No atual cenário do sistema financeiro brasileiro, as cooperativas de crédito só terão sucesso se concentrarem seus trabalhos nos seus cooperados, oferecendo a eles serviços e produtos diversificados e um atendimento diferenciado.

Este foi, em resumo, o recado dado pelo presidente do Banco Cooperativo do Brasil (Bancoob), Marco Aurélio Almada Abreu, em palestra aos dirigentes da Cooperativa de Crédito de Livre Admissão de Goiânia e Região (Sicoob Engecred), na tarde da última sexta-feira (8).

O evento faz parte do planejamento estratégico da cooperativa para o período de 2013 a 1015 e contou ainda com outra palestra, proferida pelo presidente do Instituto de Ensino e Pesquisa em Administração (Inepad) e professor da USP, Alberto Borges Matias. Ele, que é também consultor de bancos, falou sobre conjuntura econômico-financeira e tendências de crescimento para o cooperativismo de crédito no país. Almada, do Bancoob, também abordou as perspectivas do setor no Brasil e aprofundou com dados a análise do desempenho das cooperativas do Sicoob. “Precisamos definir um modelo de negócios, ser fiel a ele e manter um posicionamento para que o cooperado o identifique como valor para ele“, afirmou Almada. Segundo o dirigente, os estados de Goiás, Espírito Santo e Santa Catarina se destacam quanto à eficiência financeira dentre as cooperativas do Sicoob no país, sendo que o segredo das cooperativas goianas é a capitalização, que vai exigir adequação às demandas do mercado para ser mantida. “Agora o futuro dessas cooperativas no mercado exige diversificação de canais de atendimento, modernização de agências, novos produtos e remodelagem dos serviços, sempre com atenção às demandas dos cooperados”, reforçou Almada.

No aspecto geral, ele abordou ainda os efeitos da crise financeira global de 2008. “A crise financeira de 2008 trouxe ao Brasil elevado número de incerteza sobre a sanidade financeira do país. Criou-se o conceito de que existe um tipo tão grande de banco que, se quebrar, quebra o país. Com isso, os investidores qualificados começaram a tirar dinheiro dos bancos médios e levaram aos grandes. Esse cenário criou uma crise de liquidez para os bancos médios”, arrematou.

Fonte: Easycoop e OCB/GO em 19/02/2013

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